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Conheça 4 tipos de varizes e saiba mais sobre os tratamentos

Você sabia que existem mais do que apenas um tipo de varizes? Isso mesmo. Antigamente, tudo era tratado de uma única forma, podendo trazer complicações, contudo, hoje, graças a evolução de técnicas e tecnologia, os tratamentos são feitos individualmente e o melhor: grande parte deles dentro do próprio consultório. Para mostrar as diferenças doenças e tratamentos, a Cardiovascular Mastercenter listou quatro estágios diferentes de varizes que você deve ficar de olho. Vamos lá!

Varizes Tipo C1

Telangectasias (C1), são aqueles vasos finos arroxeados que normalmente aparecem na face lateral da coxa ou próximo ao joelho. Eles aparecem, principalmente, em pessoas muito branquinhas. A C1 não aumenta em tamanho, mas em quantidade. Começa aos poucos e, se não tratada, se espalha por toda a perna e coxa, dando uma aparência muito feia. Às vezes, esse tipo de varizes são acompanhadas de queimação, dor e sensação de peso. Quando são um pouco maiores, chamamos de veias reticulares e são mais esverdeadas e aparentes, dilatadas e tortuosas. Nesse estágio ainda conseguimos tratá-las com escleroterapia e/ou com o laser transdérmico, que promove uma reação física, térmica, possibilitando seu desaparecimento. Só em casos muito especiais, às vezes, temos que operar.

Varizes Tipo C2

As varizes C2 são veias dilatadas, tortuosas, não funcionam mais e podem causar dor, peso, inchaço e, se não tratadas, levam a outras complicações como veremos a seguir. O tratamento das varizes também pode ser feito com escleroterapia e, às vezes, usa-se o método de espuma, possibilitando menor medicamento numa veia maior.

Varizes Tipo C3 e C4

A próxima evolução, caso não tratada inicialmente, é a C3. A doença venosa é crônica, degenerativa e que não tem cura. Se não forem realizados os procedimentos corretos, os sintomas vão piorar lenta e progressivamente até começar a dar complicações. Nessa fase surge o inchaço e a sensação de perna pesada. Se não tratado, evolui para (C4), que é quando a perna pode começar a ficar manchada de marrom e muito seca, aparecendo, assim, úlceras varicosas, que são feridas na perna de difícil cicatrização. O tratamento deve ser o mais rápido e consiste desde a escleroterapia das fases iniciais, cirurgia, medicamentos flebotômicos, uso de meia elástica medicinal, peso equilibrado, atividade física regular, evitar longos períodos de imobilização, elevar as pernas acima do coração com frequência, não fumar, entre outros cuidados.

Varicorragia

A varicorragia é uma hemorragia espontânea ou traumática das varizes; as flebites, que são inflamações de uma veia; e as tromboses, que são obstruções da circulação venosa em um segmento de veia que pode levar a problemas mais sérios. É uma das complicações que ocorrem em pacientes que tem varizes de longa data. O exame físico é realizado no próprio consultório. Em alguns casos, a tecnologia pode ajudar a constatar a doença, como naqueles em que é pedido um Doppler ultra-som – exame não-invasivo de fácil realização.

2019-03-29T08:34:11+00:0029 de março de 2019|Notícias|0 Comentários

Você Sabia? Conheça cinco tipos diferentes de trombose e seus sintomas

De repente você começa a sentir dores nas pernas, principalmente na panturrilha, podendo chegar até o pé. Em seguida, vem aquela sensação de queimação na região afetada, mudança da cor da pele e, por fim, o inchaço. Isso pode significar uma coisa: trombose – que nada mais é do que a formação do coágulo sanguíneo numa ou mais veias localizadas na parte inferior do corpo. Contudo, ela não se manifesta de uma única forma ou existe apenas um tipo da doença. Para você ficar por dentro da patologia, listamos 5 tipos de trombose. Vamos conferir?

Trombose Profunda da Veia

Também conhecida como DVT, ela geralmente envolve a formação de um coágulo de sangue na veia femoral do pé e é o tipo o mais comum de trombose. Os principais sinais da Trombose Profunda da Veia são dores, inchamento e vermelhidão nos pés. Se estes são notados e DVT está suspeitado, a avaliação e a gestão devem ser conduzidas o mais cedo possível para reduzir a possibilidade de embolismo pulmonar.

Trombose da Veia Portal

Já este tipo de trombose ocorre na veia portal hepática e pode causar a hipertensão portal e afectar o fluxo sanguíneo ao fígado. Grande parte dos casos resulta de outras anomalias no corpo, tal como a pancreatitie, a cirrose, a diverticulite ou o cholangiocarcinoma.

Trombose da Veia Renal

Muito com em pacientes com síndrome nephrotic, a veia renal pode igualmente ser obstruída por um thrombus, que possa conduzir à drenagem reduzida do rim. Também pode ser causada por câncer renal ou por quadros clínicos que exerçam pressão na veia renal (por exemplo, um tumor) ou na veia cava inferior, na qual a veia renal desemboca.

Trombose Cerebral da Cavidade Venosa

Sendo um tipo raro de curso, causado por um thrombus nos canais venosos do cérebro, é caracterizado pela dor de cabeça, pela visão anormal e dificuldades na fala e nos movimentos dos músculos da face e do braço.

Trombose Hemorroidaria

Quando uma hemorroida tem a formação aguda de trombos, chamamos isso de uma trombose hemorroidaria. Esse quadro implica no desenvolvimento de um nódulo com edema e de coloração arroxeada na margem anal. É frequentemente acompanhado de dor severa.

Este são alguns exemplos e devem ser levados a sério. Procure um especialista imediatamente se os principais sintomas de trombose surgirem. Se não for tratada, ela pode evoluir para complicações mais graves. 

 

2019-03-22T08:28:34+00:0022 de março de 2019|Notícias|0 Comentários

(VÍDEO) Cardiovascular Mastercenter tiram dúvidas de seguidores nas redes sociais

Não adianta ser moderna no tratamento e antiquada na forma de se comunicar com os pacientes. Para se aproximar cada vez mais do nosso público, temos investido pesado em informação e durante o mês de fevereiro, tiramos algumas dúvidas de pacientes com relação ao tratamento de varizes.

Através da ferramenta Story no Facebook e Instagram, o Dr. Flávio Reis Gouvêa, cirurgião cardiovascular, falou sobre o que são varizes, os procedimentos que são utilizados para o tratamento e as cirurgias realizadas na Cardiovascular Mastercenter.

Confira, na íntegra, os vídeos com as dicas:

Ficou alguma dúvida? Entre em nossas redes sociais e mande pra gente. Teremos o maior prazer em te ouvir!

2019-04-26T10:06:31+00:008 de março de 2019|Notícias|0 Comentários

5 dicas para cuidar do coração no carnaval

United colors of love

A maior festa do Brasil está começando e muita gente aproveita o feriado prolongado para curtir uma praia, cair no samba e curtir a folia em bloquinhos e festas particulares. Porém, o que muita gente não sabe é que o exagero pode fazer – e muito – mal para o coração. Para você aproveitar o carnaval sem dores de cabeça – e no coração – listamos 5 dicas indispensáveis para quem vai curtir os quatro dias de agitação.

Bebida alcoólica

O álcool libera substância que podem provocar vasoconstrição, reduzindo o fluxo de sangue para o músculo do coração, podendo gerar arritmia. Não é incomum pessoas que bebem muito terem episódios de taquicardia,  arritmia ou até mesmo infarto. Se tiver antecedentes de eventos com álcool ou fatores de risco genéticos, pode haver complicações. 

Não deixe faltar água

Outro perigo é o calor excessivo que provoca muito suor, que desidrata e pode provocar queda de pressão e desmaios. Para os adultos, recomenda-se 2 litros de água pura, por dia.Lembre-se de beber água mesmo que você não esteja com sede, porque a sede ocorre quando o corpo já está em desequilíbrio.

Pressão arterial

As emoções exarcebadas podem elevar a pressão arterial, o que é um perigo para o coração. É importante verificar sempre a pressão e mantê-la sob controle. Uma dica é controlá-la antes do Carnaval, retirando o saleiro da mesa, reduzindo o consumo de embutidos (que possuem muito sódio), evitando carne vermelha e temperos industrializados.

Choque térmico

Toda vez que a temperatura está muito quente e a pessoa vai para um local mais frio pode ocorrer um espasmo da artéria coronária, provocando um fechamento total. Há também uma redução abrupta do sangue, podendo gerar infarto ou angina, com dor no peito. Pessoas que têm placas obstrutivas nas artérias queixam-se que têm mais dor no peito no frio. Portanto, tome cuidado com o entra e sai de ambientes com ar condicionado ligado em temperaturas muito baixas, em contraponto com o ar livre extremamente quente. O contrário também é perigoso – quando a pessoa vai para um local com temperatura elevada por longo período, como praia e piscina sob sol bem quente, corre o risco de ter queda de pressão. Se a pessoa tem placas, pode até provocar um infarto, uma arritmia ou um desmaio.

Durma bem

Nada como uma boa noite de sono antes e depois de se juntar aos amigos nos blocos. Dormir pouco pode provocar hipertensão, agitação, ansiedade e sonolência ao longo do dia. Dê atenção também à alimentação, evitando comidas gordurosas e pesadas, que podem maltratar o coração.

2019-03-01T15:12:37+00:001 de março de 2019|Notícias|0 Comentários