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Saiba porque fazer o exame de Risco Cardíaco

Um dos pedidos mais comuns feitos pelos cardiologistas  é a avaliação os riscos cardíacos. Sabe por quê? Uma vez que o médico estima o risco de um paciente, ele pode ser capaz de aplicar medidas para diminuir o risco para o paciente e melhorar o resultado da cirurgia.

O principal objetivo do risco cirúrgico  é avaliar o risco de infarto do miocárdio (IAM), insuficiência cardíaca (IC), parada cardíaca ou morte cardíaca, que são as causas mais comuns de morbidade e mortalidade com a cirurgia não cardíaca. A taxa de mortalidade dos pacientes no perioperatório – período de tempo que vai desde que o cirurgião decide indicar a operação e comunica ao paciente até que este último retorne, depois da alta hospitalar, às atividades normais.

O primeiro passo é obter a história médica completa e realizar um detalhado exame físico. Deve ser dada especial atenção para sintomas cardiorrespiratórios, como falta de ar, dor no peito, desmaio, além de ser perguntado sobre medicações em uso, antecedentes cirúrgicos, alergias a medicações ou anestesias e comorbidades que possam interferir no risco do tratamento.

A avaliação normalmente é complementada com a realização de um eletrocardiograma para se afastar infarto, arritmias graves, disfunção miocárdica, além de exames de laboratório. Outros exames complementares podem ser solicitados a depender da avaliação clínica e complementar inicial.

Portanto, a  avaliação pré-operatória tem como objetivo otimizar a condição clínica do paciente candidato a cirurgia com vistas a reduzir a morbidade e a mortalidade perioperatória.

A Cardiovascular Mastercenter realiza os exames e se preocupa com o bem-estar dos seus pacientes. Entre em contato conosco pelo telefone (32) 3722-9216 e faça sua consulta!

2019-09-20T09:11:50-03:0020 de setembro de 2019|Notícias|0 Comentários

Como o colesterol alto tem afetado a saúde das crianças

Existem doenças que a gente imagina que pertença a um tipo de faixa etária. Doenças cardíacas são algumas delas. Imaginamos que elas atinjam a população acima dos 35 anos e que a partir daí a necessidade de procurar um bom cardiologista seja alta. Porém, isso não é verdade. Cada vez mais crianças e adolescentes tem sofrido com problemas cardíacos e vasculares e isso afeta diretamente a saúde delas.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, cerca de 20% das crianças brasileiras já apresentam colesterol elevado. Os números vêm aumentando nos últimos anos, sendo considerado epidêmico em todo o mundo.

Uma vez que está diretamente associado ao maior risco de infarto e acidente vascular cerebral, o aumento dos níveis de colesterol ou triglicérides no sangue de crianças e adolescentes é preocupante.

Por ser uma doença assintomática nessa faixa etária e com o intuito de prevenir as doenças cardiovasculares quando adulto, os consensos nacionais e internacionais sugerem que a primeira dosagem de colesterol seja feita em toda a criança entre 9 e 11 anos. Em crianças com obesidade, diabetes, problemas renais ou autoimunes, assim como naquelas com histórico familiar de doença cardiovascular precoce (antes dos 50 anos), se recomenda que os exames de colesterol sejam feitos a partir dos 2 anos de idade.

Vale lembrar que o colesterol é um tipo de gordura produzida no corpo humano que, em quantidades adequadas, é necessário para a manutenção da saúde. Chama-se aterosclerose as placas de gordura depositadas nos vasos sanguíneos quando o colesterol está acima do desejado.

Hábitos saudáveis são a melhor forma de controlar o colesterol. Dieta pobre em gorduras saturadas e ricas em fibras e ômega 3 é a ideal. As gorduras saturadas são encontradas em carnes vermelhas, leites integrais, óleos, bolachas recheadas, sorvetes e salgadinhos industrializados, por exemplo. Já as fibras estão presentes em frutas, verduras e grãos. O ômega 3 é adquirido através dos peixes – mas não dos frutos do mar, que são muito ricos em colesterol -, sementes e cereais, como a aveia, farelo de trigo e castanhas.

Toda criança deve praticar atividades físicas regulares, de preferência aeróbicas. Atenção: só as aulas de educação física não são suficientes, recomenda-se exercícios com uma hora de duração pelo menos três vezes por semana, além daquelas oferecidas diariamente nas escolas.

O tratamento medicamentoso é indicado, sob orientação médica, para adolescentes acima de dez anos com níveis de colesterol considerados de risco e que não responderam adequadamente à dieta e atividade física recomendada.

2019-09-13T08:51:51-03:0013 de setembro de 2019|Notícias|0 Comentários